
Posso ter escolhido mal o tema para começar a "blogar", mas como é um assunto que tem sido muito discutido nestes últimos dias, deicdi escrever sobre ele...O Aborto!!!!
Ou melhor o referendo sobre a despenalização da interrupeção voluntária da gravidez!!!
Não posso votar (ainda) mas se votasse votaria sim, por vários motivos de entre os quais destaco estes dois:
- O facto de muitas mulheres morrerem porque fazem abortos em condiçoes precárias;
- O facto de considerar que a maternidade deve ser consciente e responsável.
Devem ser prestados os cuidados de saúde devidos às mulheres que por diversos motivos não se sintam preparadas para serem mães, para que um dia que se sintam preparadas para serem mães o possam ser sem quaisquer problema que tenham adquirido de um aborto mal feito numa altura em que não se sentiam preparadas para serem mães!!!! Espero que a hipocrisia de muitas pessoas não se faça sentir neste referendo, e que as pessoas que podem votar o façam conscientemente!
Até à próxima
12 comentários:
pah, n eh nada mau tema p começar. s keres dizer coisas, tens d dizer a doer... melhora a tua pontuaçao e ouve sempre o teu encenador... espero k n sejas dos mts k falam p ninguem ouvir, so pork tar kalado eh uma seca e pk acham k ser bom eh uma decisao, n uma conkista. bjs
pa começar ....hmm...bom tema...
o aborto e o tema que esta a "rular".. e o tema mais falado agr...
bjus
espero por outras edições...ehhe
konkordo kontigo piminha.
morrem mts mulheres por kauxa do aborto klandestino.
pa kê morrerem mts mulheres xe n é necessario. se podexem faxer o aborto sem ser as escondidas n akontexia ixo.
sim ao aborto
beijos da tua pima bekinhas
Eu também sou a favor da despenalização do aborto, pois, tal como tu, penso que um filho deve ser algo desejado e não um acidente.
Esses que são contra a despenalização do aborto, certamente nunca se imaginaram na situação de uma mulher violada, que, não podendo abortar, teve que ter um filho de um desconhecido, e criá-lo sozinhas (e não me venham com a treta dos "apoios sociais"),
Por acaso fui testemunha de um caso de gravidez indesejada na adolescência e o bébe, meses depois do seu nascimento, acabou por morrer por falta de condições económicas dos pais irresponsáveis!
Então afinal será melhor destruir um feto ou matar um bebé com 5/6 meses de vida?
VOTA SIM! ^^
todos concordam cmg kd eu digo k abortar=destruir o k esta dentro da barriga da mulher gravida que por sua vez nao é um crocodilo, certo?é o que todos nós fomos um dia...antes de mais uma gravidez nao desejada pode ser evitada, mas já que infelizmente nem tds resultam de actos de irresponsabilidade...pk abortar?desemprego?falta de condições monetarias?condicoes de vida precarias?falta de apoio familiar?...n sei...alem destas e das razoes contempladas pela lei actual...já que, na minha opiniao, nenhuma mulher aborta de animo leve, porque nao canalizar os meios de forma a resolver estes problemas ás mulheres de modo a compensar as falhar e permitir o nascimento da criança?e assim excluir o fim da vida por porque sim...votar sim é apresentar ás mulheres o aborto como solução, o que é mentira, verdadeira solucao é apoiar o nascimento da criança e evitar a td o custo danos morais, fisicos e psicologicos nas mulheres...a mulher que aborta passará o resto da vida a condenar-se por ter decidido a vida (neste caso, a interrupção da mm) de um bebe, de um jovem, de um adulto que nao estará no mundo por uma decisao muitas vezes, precária, solitária, tomada por falta de ajuda e condições..e talvez por vezes, tomada de forma egoista!eu estou feliz por ter nascido, o meu amigo joao que foi abandonado kd crianca e esta na universidade agr, esta tb muito feliz, o meu amigo julio que é tetraplegico está tb mto feliz.de repente nao m acorre ng k tenha vindo ao mundo e preferisse nao ter sentido a vida...nao podemos julgar a felicidade dos outros pela nossa, cada um é feliz á sua maneira, e se eu dou valor ao xeiro do mar e ao barulho da xuva há que valorize de forma diferente um sorriso...
Ora aqui está um começo polémico, fico feliz por te juntares ao blogger.
Quanto ao tema do teu post, tenho dúvidas, primeiro porque a análise feita a este tema não pode ser de todo linear e segundo, porque sou da opinião de que a despenalização do aborto coincide com a liberalização do aborto.
Se acho que mães carenciadas sem condições para criar um filho e mães com falta de informação (na área da sexualidade) podem abortar? Sim.
Se acho que mães que apesar de terem tido toda a informação à sua disponibilidade, preservativos, pílulas, DIU, pílula do dia seguinte, etc., podem abortar por pura irresponsabilidade? Não.
Às dez semanas, o feto já tem batimento cardíaco e já tem um sistema nervoso semiformado.
Para além dos casos que indiquei, há muitos, e como cada caso é um caso, não sei se a despenalização (liberalização) do aborto é a melhor solução.
Beijo.
Voto NÃO porque….
Á vida humana é inviolável, Artigo 24º,n.1 da Constituição da Republica Portuguesas.
Se analisarmos a pergunta que vai a referendo vem lá a palavra GRAVIDEZ, esta palavra pressupõe uma mãe e um FILHO, e despenalização é a perspectiva da mãe…a do FILHO é terminar, morrer…depois vem “a pedido” estas duas palavras que pressupõem que qualquer motivo serve para se fazer abortos (ou seja aborto livre)….Mas nas primeiras 10 semanas, 10 semanas são 2 meses e meio, e a partir daí…. Está-se a discriminar quem faz abortos a partir das 10 semanas, e estes são clandestinos, algum apoiante do sim está disposto a denunciar estes casos? Afirmam os apoiantes do sim a lei é para ser cumprida, porque a lei actual não está a ser. Fazem-se abortos clandestinos nos países onde ele é legal (12 semanas) por que passou o tempo limite, em Portugal é menos tempo, ninguém quer dar a cara com medo de ser conhecido….quem me garante que em Portugal vai ser diferente? uma mulher que saber fazer abortos sozinha, será que vai procurar um clínica para fazer um aborto? Parece-me que não nem tem que dar o nome e a cara, além do mais “nunca correu mal vai correr agora”.
Eu como cidadão deste país quero que o estado encontre soluções ou crie soluções para que não se façam abortos, O estado deveria criar condições para apoiar as mães e os FILHOS, incluir na sociedade mães e FILHOS, não oferecer-lhes como única solução aos problemas o ABORTO. (mata-se os pobrezinhos…. Em vez de acabar com a pobreza?).
Será que um drama (da mulher/mãe) se resolve com uma tragédia (morte do filho)?
Com a nova lei vamos ajudar as mães/mulheres?
Na minha opinião NÃO porque as mães vão ter como única saída (aos seus problemas) e ainda por cima legal o aborto, logo é mais fácil ceder a pressões… se um patrão pressionar uma empregada a despedir-se por estar grávida é crime, no entanto os patrões se o sim ganhar vão poder na mesma pressionar as mulheres, ou abortam (até é legal) ou vão para a rua, se as grávidas denunciar o patrão, ele defende-se de uma maneira simples “eu só dei um conselho, com esta crise arranjar emprego”… acham que os patrões depois vão ser julgados?
Vamos usar o aborto como método contraceptivo? Ninguém vai…mas ouço argumentos do sim como…
“ (…) nunca lhe ocorreu que às vezes há quem vá para a cama com os copos?”
António Figueira, em resposta a Vasco Pulido de Valente, sobre gravidez acidental.
Se não é contraceptivo é o quê?
É só a minha opinião…
Paulo
O argumento do aborto clandestino...
Alega-se habitualmente que a despenalização do aborto é necessária para acabar com as mortes que o aborto clandestino provoca.
Sobre isto diga-se o seguinte:
1. Quando se faz uma lei deve-se ter em conta o que é justo ou antes a conveniência dos que infringem a lei?
O governo espanhol deve proteger a vida de todas as pessoas, ou deveria ter autorizado a circular em veículos blindados aqueles jovens suicidas que entravam nas auto-estradas fora de mão, de forma a que eles pudessem matar as outras pessoas sem risco?
Quantos criminosos são mortos em tiroteio com a polícia? Será isso motivo para legalizar os seus crimes?
O governo italiano deve proteger a vida de todas as pessoas ou deve antes dar condições a certos grupos mafiosos para que estes, nos célebres ajustes de contas, possam matar os grupos rivais sem que a sua vida corra perigo?
Quantos reféns e mortos resultam de assaltos a bancos? Devemos legalizar o assalto a bancos?
Todas estas analogias podem ser invalidadas provando que o bebé antes de nascer (ou antes das 20 semanas, ou das 12, ou...) não é pessoa. Mas onde está a prova se todas as tentativas que se fizeram nesse sentido (gradualismo, não se sabe, funcionalismo) não chegaram sequer a convencer os próprios defensores do aborto?!?
Além do mais a questão é muito simples: o aborto é aceitável ou não? Se o aborto é aceitável, a sua legalização resulta do facto de ele ser aceitável. Se o aborto é inaceitável, como podemos aceitá-lo?
2. O argumento do aborto clandestino baseia-se numa série de premissas que a seguir se discutem:
«O aborto só é perigoso quando é feito sem condições de higiene e por pessoal incompetente. Se o aborto fosse feito em hospitais e por pessoal competente, não haveria mortes.»
a) Esta premissa é completamente falsa! O aborto é um ataque medonho à saúde da mulher que aborta:
"Poucos riscos em obstetrícia são tão certos como aqueles a que a grávida se expõe quando aborta após a décima quarta semana de gravidez." Cf. Duenhoelter & Grant, "Complications Following Prostaglandin F-2A Induced Midtrimester Abortion," Amer. Jour. OB/GYN, vol. 46, no. 3, Sept. 1975, pp. 247-250
"Uma das razões que mais frequentemente levam as mulheres à urgência de ginecologia, são abortos feitos em clinicas de aborto legais." Cf. L. Iffy, "Second Trimester Abortions," JAMA, vol. 249, no. 5, Feb. 4, 1983, p. 588.
E quais são os problemas a que a mulher se sujeita quando aborta? Entre outros podem-se referir: 20% gravidez ectópica (numa gravidez "desejada" posterior), 8% infertilidade, 14% aborto expontâneo (numa gravidez "desejada" posterior), 5% parto prematuro (numa gravidez posterior), e muitas outras (como hemorragias, febres, coma e morte). [Ver Riscos de abortar]
A coroar tudo isto, descobriu-se recentemente que uma mulher aborta hoje e morre daqui a dez anos com um cancro da mama que nunca teria. Só nos EUA morrem 10 000 mulheres por ano com cancro provocado por um aborto. São dez mil mortes reais, dez mil dramas genuínos, que resultaram de uma lei que visava impedir as cinco mil mortes que os pró-aborto diziam resultar de abortos clandestinos, mas que mais tarde reconheceram ser um número forjado e sem nenhum fundamento. (É preciso recuar até aos tempos em que não havia penincilina, para se encontrar nos EUA mil mortes resultantes do aborto).
Por causa de cinco mil mortes inventadas por pessoas mentirosas e sem escrúpulos, morrem hoje dez mil mulheres com um cancro que nunca teriam; outras suicidam-se no dia em que o seu filho abortado deveria nascer, outras morrem durante o aborto, outras morrem na sequência de hemorragias e infecções; algumas mais morrem na sequência de uma gravidez ectópica não assistida, outras ainda ficam estéreis ou inférteis, e todas as que sobrevivem carregam amargamente um drama que se abate sobre marido, pais, família e amigos. Se para a saúde física o aborto é pavoroso, se do ponto de vista psicológico o aborto é medonho, do ponto de vista familiar e de relações sociais é um completo desastre!
b) Nos países que têm aborto legal há mais anos nota-se que o estigma que recai sobre os abortadores não diminui. Consequentemente, a médio prazo, só se dedicam ao aborto os médicos medíocres, sem grandes capacidades, aqueles que não conseguem mais nada... Pelo que acabamos muito perto do que se pretendia evitar: abortos feitos por incompetentes!
«As mulheres sofrem e morrem em abortos legais em parte porque o aborto é inerentemente perigoso, é um ataque violento, e em parte porque as pessoas que se dedicam a fazer abortos podem ser tão perigosos para a saúde das mulheres como alguns dos infames abortadores de vão-de-escada». Cf. Aborted Women: Silent No More, David Reardon, Chicago, Loyola University Press, 1987.
«Os abortos clandestinos são feitos sem condições de higiene e por pessoal incompetente»
a) Que dados fiáveis sobre a situação portuguesa existem? Concretamente: Quais são as qualificações académicas dos abortadores em Portugal? Quantos abortos clandestinos há? Quantos são feitos em caves fétidas? Será que a maioria dos abortadores clandestinos são funcionários de hospitais (médicos, enfermeiros, etc)? Ou será que só fazem abortos os mais rematados analfabetos porque todas as pessoas que percebem do assunto preferem ficar fora do negócio?! Quantos abortos são feitos por médicos competentes em clinicas e hospitais? Quantas mulheres chegam por dia às urgências dos hospitais com complicações resultantes de uma aborto clandestino? Já viu algum estudo que responda a tudo isto?
b) Alega-se a necessidade de despenalizar o aborto pois todas as pessoas sabem que os abortos clandestinos são feitos por pessoal incompetente e sem condições sanitárias, mas ao mesmo tempo ninguém considera possível uma análise científica destas certezas porque, pela sua clandestinidade, ninguém sabe onde eles se fazem nem por quem! Ou seja, toda a gente sabe aquilo que ninguém consegue estudar!
«A despenalização do aborto acaba com o aborto clandestino»
a) Em 1984 legalizou-se --ou despenalizou-se-- o aborto para acabar com o aborto clandestino. Acabou ou não? Se acabou, então não há aborto clandestino! Se não acabou, então está provado que a legalização não acaba com o aborto clandestino!
b) A legalização do aborto implica --só!!-- que o aborto passa a ser legal! Não implica, ao contrário do que se pretende fazer crer, que todas as mulheres vão passar a recorrer ao aborto legal! Umas o farão mas outras nem tanto!
Todos os defensores do aborto estão convidados a apresentar um país --um único!-- onde a legalização do aborto tenha acabado com o aborto clandestino. No caso de não conseguirem, expliquem-nos então porque invocam o aborto clandestino a seu favor.
c) E expliquem mais isto: nos países em que o aborto é proibido, as forças pró-aborto clamam contra as mortes causadas pelo aborto clandestino. Nos países onde o aborto é permitido até às 12 semanas, as forças pró-aborto clamam contra as mortes em abortos clandestinos depois das 12 semanas. Com argumentos destes, tendo sempre o cuidado de nunca verificar a veracidade das mortes alegadas, pode-se legalizar o aborto até aos nove meses! É isso que se pretende? Se é, porque o não dizem claramente? Se não é, como pensam parar o processo? Por acto de fé?
d) Se algumas mulheres morrerem na sequência do aborto do seu filho de 35 semanas, isso será motivo para legalizar o aborto até às 35 semanas? Porque é que a morte num aborto clandestino até às 12 semanas legitima a legalização do aborto até ás 12 semanas, e a morte na sequência de um aborto às 35 não legitima a legalização do aborto até às 35 semanas? Talvez se pense que existem razões médicas por trás disso, pelo que valerá a pena ler "critérios médico-filosóficos"
e) E já agora registe-se:
O aborto na Índia é legal ha 25 anos e por cada aborto legal fazem-se dez clandestinos. Como se explica isto? Quem garante que não acontecerá o mesmo em Portugal?
Todos os estudos que se seguem provaram que, depois da legalização, o aborto clandestino não diminui de forma significativa:
Inglaterra: Brit. Med. Jour., May 1970, 1972, e Lancet, Mar. 1968;
Japão: Asahi Jour., Oct. 16, 1966;
Hungria: International Jour. of OB/GYN, May 1971;
EUA: Amer. Jour. of Public Health, No. 1967.
Quem nos garante que em Portugal será diferente?
f) Além do mais, este argumento supõe uma enorme simplificação sociológica... ou uma estratégia definida!...
Alguém no seu juízo perfeito acredita que uma rapariga da província vai abortar ao hospital da terra, quando sabe que o pai ou a prima ou a vizinha trabalham lá? Ou quando pode encontrar nos corredores do hospital dez ou vinte pessoas da sua aldeia? E para a rapariga se deslocar a duzentos ou trezentos quilómetros, para abortar sem perigo de ser reconhecida, é necessário que o aborto lhe seja feito sem demora; quer dizer, é preciso que o aborto esteja muito facilitado, livre e a pedido, pois não há condições --nem de tempo nem geográficas nem humanas-- para apurar se se verificam os pressupostos de uma lei do aborto...
E se o resultado final que se pretende --e que já se prevê!-- é o aborto livre, o aborto a pedido, porque não há a honestidade de o defender claramente? Porque insistem os pró-aborto em empurrar a lei, suavemente, calmamente, sem dor, como se todas as pessoas fossem ovelhas estúpidas arrastadas ao matadouro?
«Depois da despenalização só aborta legalmente quem abortaria clandestinamente».
a) Num estudo realizado nos EUA, 72% das mulheres interrogadas afirmaram categoricamente que se o aborto fosse ilegal nunca o teriam feito. As restantes exprimiram dúvidas sobre se o teriam feito ou não. Somente 4% das interrogadas afirmaram que teriam feito o aborto ainda que ele fosse ilegal. Cf. Aborted Women: Silent No More, David Reardon, Chicago, Loyola University Press, 1987.
b) Mostra a experiência dos outros países que, depois de legalizado ou despenalizado, os números do aborto disparam para valores nunca vistos.
Portanto, o deputado ao aprovar uma lei do aborto não está --como já se viu-- a votar o fim do aborto clandestino: está a votar a favor da morte de bebés que de outra forma viveriam! O deputado pode ignorar isso ou pode sabê-lo mas preferir silenciá-lo. A verdade, porém, é que o seu voto levou a que fossem torturadas até à morte crianças que de outra forma não morreriam. À volta de 72% das crianças que forem mortas ao abrigo da sua lei, não morreriam no caso de o seu voto ser distinto.
«A penalização do aborto não acaba com o aborto»
a) Pois não! E a penalização do roubo acabou com o roubo? E a penalização da violação acabou com as violações? Ou será que devemos legalizar a violação?
b) Estudos sobre a psicologia da moralidade revelam que a lei é, verdadeiramente, um guia. Uma das conclusões mais significativas desses estudos mostra que as leis que existem, junto com os costumes, são o critério mais importante quando se trata de decidir o que é certo ou errado. A maioria das pessoas olha para a lei como um guia moral. Neste momento a lei está a ensinar que o aborto é moral e presumivelmente uma solução eficaz para solucionar os problemas que decorrem duma gravidez indesejada. Como resultado estão a ser destruídas milhões de crianças, e um número igual de mulheres estão a ser violentadas física e emocionalmente, enquanto que a compaixão da sociedade por ambas está a ser erodida. Cf. Aborted Women: Silent No More, David Reardon, Chicago, Loyola University Press, 1987.
http://www.juntospelavida.org/clandest.html
Há um projecto de Lei - n.º19/X (PS) – votado na generalidade e a aguardar o resultado do referendo, que propõe acrescentar uma nova al.a) ao artigo 142.º do Código Penal, prevendo o aborto a pedido da mulher até às 10 semanas e uma alteração à actual al.b) do mesmo artigo, que passará a al.c), onde alarga para as 16 semanas o prazo no caso de o aborto ser indicado para evitar perigo e morte ou grave e duradoura lesão para o corpo ou a saúde física ou psíquica da mulher grávida, acrescentando-se “designadamente por razões de natureza económica e social”. No caso da al.a) prevê este projecto uma consulta prévia num “Centro de Acolhimento Familiar”.
Este projecto foi alvo de uma proposta de alteração apresentada por deputados do PS na 1.ª Comissão. Nesta versão, há duas alterações relevantes: o projecto deixa de contemplar qualquer alargamento no caso de risco para a saúde física e psíquica da mulher grávida, não se propondo, portanto, qualquer alteração à actual al.b), e é excluída a referência à consulta prévia no Centro de Acolhimento Familiar no caso da nova al.a).
é esta a ajuda que pretende DAR?
ja ocorreu a alguem que por alguma razao foi escolhido o prazo de 10 semanas?? (n! n foi arbitrario) outra coisa qt a sentimentos como os xeiros do mar e essas coisas.. um feto de dez semanas n tem qq tipo de cognesciente k o faça sentir isso.. ou algum de vcs s lembra de tar no ventre da mae.. e sim concordo k d qq forma e uma vida.. mas as melhores violadas podem abortar.. esse fetos sao tambem vidas n sao??? (e apenas uma outra forma de gravidez indesejada..) concordo k seja erado so falar no aborto clandestino tomemos os crescente numero de casos de crianças abusadas fisicamente (tanto com violencia como sexualmente).. a despenalizaçao n empurra mulheres para o aborto.. pois continuara e talvez aumentara (devido a sociedade exploradora k temos) o numero de psicologos a postos pra ajudar... e por estas e outras razoes k apoio o sim... é na msm um sim a vida, a uma vida de direito de escolha, à vida da mulher k aborta... Pois se um dia for a voces que a situação apertar pode ser k queiram vir a abortar...
Já leram a alteração do projecto lei,
Lei - n.º19/X (PS), acho que deviam ler, lá não fala nada de aconselhamento?
O Aconselhamento vai ser uma Utopia.
Q aconselhamento vão dar as clínicas, qd se querem lucros?
fui a primeira pessoa a comentar aki. agora sou o primeiro a comentar apos o resultado final.
entendi por bem n entrar na discussão, mas sou a favor do SIM, k ganhou, n vinculativament.
n vinculativamnt pk os argumentos aborrecidos, repetidos ate ah exaustao, perfeitament virados para o emocional e o fervor religioso, da parte do Não, levaram as pessoas a ficarem em casa, lavados pela chuva cano abaixo, bem como o pensamento racional, demasiado racional!, e virado p a questao, por vezes pouco directo, e destruido aos olhos d alguns pelos argumentos
"esse argumento eh mentiroso", parafraseando o Marcelo
argumentos falaciosos, da direita d joelhos no chao, bem fechados um sobre o outro, e olhos no ceu, do nao...
bem, importa desmentir os k dizem k ha k criar as condiçoes p as maes poderem ter os filhos. primeiro pk isso so surge quando estao apertados, sem argumentario, dpois pk so surge no contexto da iminente vitoria do nao... pk d facto propor utopias eh dizer k eh possivel criar todas as condiçoes p toda a gente poder ter filhos. eu tb proponho isso, o k n deixa d significar k n haja mulheres k pretendam nao ter filhos acidentais, pk estes causam muitas alteraçoes d prioridad nas suas vidas... claro k o Nao nem pensa estas coisas, abre a boca e diz... diz o k parece confunbdir mais as pessoas.
Mas vamos entao agora p a rua e vamos exigir alteraçoes d fundo na nossa sociedad, no nosso Estado e governo, no nosso sitema economico-financeiro, pra k tudo isso seja possivel. Vamos, entao...
n?
pk??
ah, pk sao as pessoas k defendem o n, predominantemnt d direita ou eleitores da direita, k nos propoe estas soluçoes da eskerda tida cm utopica e ultrapassada, n eh??
k chatice...
temos eh k permitir apoios as nossas portuguesas, quer na gravidez cumprida, quer no aborto, temos d sair ah rua e exigir k eduquem muitos do k para aki vieram "falar", manifestar-se, talvez ladrar e uivar num pekeno blog desconhecido, pra ver s assustam alguem... eduquem atraves da educaçao civica e sexual, n atraves da educaçao moral, religiosa e catolica...
exijam condiçoes para k possamos d facto incrementar naturalment a nossa natalidad e p k proliferem as relaçoes sexuais seguras, p k os jovens n "tragam a SIDA", cm dizia uma velhinha na Avenida Central d brg... pk ja temos SIDA e mt mais, incluindo gravidez e maternidad indesejada, k leva a crianças d olhos tristes, sem dinheiro p comer cm devem, sem amor p s desenvolverem emocionalment, sem porra nenhuma...
bjs, linda, dsc a lavagem, eh desabafo, cm o d outros k por aki estiveram a passar-s dos carretos, em vez d ir p a rua dizer isso as pessoas...
mas eu estive la...
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